domingo, 11 de outubro de 2009

Programação e Endereço

Site

Endereço

O MASP (Museu de Arte de São Paulo) fica na Av. Paulista, 1578 - São Paulo - SP.


Como chegar

MASP - Av. Paulista, 1578 - São Paulo - SP


Horários

O MASP fica aberto:

- Das 11h às 18h (bilheteria aberta até às 17h) nas terças, quartas, sextas, sábados, domingos e feriados.

- Das 11h às 20h (bilheteria aberta até às 19h) nas quintas-feiras.

A loja fica aberta:

- Das 11h às 17h30 (segundas-feiras fechada)

- Das 11h às 19h nas quintas-feiras

O Restaurante UNI fica aberto:

- Das 11h às 16h30 (segundas-feiras fechado)


Telefone/ Fax

Informações ao Público: (11) 3251-5644

Fax: (11) 3284.0574

Para agendamentos, envie e-mail para agendamento@masp.art.br ou pelo telefone (11) 3283-2585.


Ingressos

R$15,00 (valor inteiro) e R$ 7 (estudantes com carteirinha). Entrada gratuita ao público às terças-feiras. Menores de 10 e maiores de 60 anos não pagam.



Exposições

Em cartaz:

-Walker Evans

-Onde a Água Encontra a Terra

-Vera Chaves Barcellos Imagens em Migração

-Yang Shaobin no Brasil: Primeiros Passos, Últimas Palavras

- A Arte do Mito

- Olhar e ser visto


2009

- A Arte do Mito

- Olhar e ser visto

- Manuel Vilariño

- Vik Muniz

- Arte na França 1860 - 1960 O Realismo

- Coleção Pirelli-MASP de Fotografia

- 1000 Minutos de 80 Países

- Coleção Pirelli-MASP de Fotografia

- Portinari - As Séries Bíblicas e Retirantes

- A Arte do Mito

- Olhar e Ser Visto

- Virtude e Apar&ecircncia

- A Natureza das Coisas

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Biblioteca

A Biblioteca e Centro de Documentação do MASP atende gratuitamente artistas, pesquisadores de arte e estudantes universitários de graduação e pós-graduação. Ela funciona de sengunda a sexta, das 13h às 17h, com agendamento prévio., que pose ser feito por telefone (11) 3253 6483 ou e-mail (biblioteca@masp.art.br), contendo seguintes

informações:

- Nome

- E-mail

- Telefones

- Natureza da pesquisa (artigo, tese, trabalho de conclusão de curso, etc.)

- Tema da pesquisa


Espetáculos e eventos

Leituras dramáticas- Projeto Lestras em Cena
Segundas-feiras, às 19:30 horas
Grande Auditório
Entrada Gratuita
Dia 05/10 - O Padre e o Rei ( De Walter Quaglia)
Dia 19/10- Lide com isso (De Paulo Henrique Pessoa)
Dia 26/10- Por um segundo (De Célia Regina Forte)
Mais informações, clique aqui.
Cinema
26 a 30 de outubro de 2009 e 02 a 05 de novembro de 2009, às 19h30
33ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo

Vão Livre do MASP, entrada gratuita mediante apresentação de senha distribuída uma hora antes.

Mais informações, clique aqui.


Música

Dia 03, às 16h

Projeto Violão – Rodrigo Gouveia e Duo Eberhardt / Llerena, Pequeno Auditório, Ingressos: R$ 10,00 e R$ 5,00 (estudantes)

Programação:

Johann Sebastian Bach

Suíte, BWV 1007
. Prelude

Fernando Sor
Study n. 9 – Op. 31

. n. 7 – Op. 31
. n. 20 – Op. 29

Frank Martin
Quatre Pieces Breves

. Prelude
. Air
. Plainte
. Comme une Gigue

F. Moreno Torroba

Pieces Caracteristiques

. Preâmbulo
. Oliveira
s

. Panorama

Gerog Friedrich Häendel – Lascia Ch`Io Pianga
Mauro Giuliani – Di Due Bell`Anime Op 95
Gian Giacomo Carissimi – Vittoria, Mio Core!
Fernando Sor – Sonata Op 15 N°2
Wolfgang Amadeus M
ozart – Warnung Kv 433 (416c)

Franz Schubert – Der Lindenbaum Albúm I 67
Johannes Brahms – Sonntag Op 47 N° 3 / Feinsliebchen
Heitor Villa Lobos – Evocação / Na Paz Do Outono
Georges Bizet – Habanera (Ópera Carmen)
Nicanor Teixeira – Eu Vou Me Amaziá
Chiquinha Gonzaga – O Corta Jaca
Fructuoso Viana – Toada N° 1
Marlos Nobre – Dengues da Mulata Desinteressada
Waldemar Henriqu
e – Tamba-Tajá / Uirapuru

Heitor Villa Lobos – Caicò / Trem Do Caipira


Dia 04/10, às 16h
CORALUSP, Grande Auditório, entrada gratuita
Programação:
Déodat de Sévérac – Tantum ergo
Daniel Auber – O salutaris hostia
Anônimo (folclore) – Dans cette étable / arr.: Paul Trepte
Jean Mouton – Ave Maria
Marc-Antoine Charpentier – Laudate Dominum
César Franck – Coral Nº3
Missa Op.12 / Kyrie / Gloria / Credo / Sanctus / Panis Angelicus / Agnus Dei
Dia 06/10, às 12h30
Nahandove Ensemble
Grande Auditório, entrada gratuita
Dia 10/10, às 16h
Projeto Viol ão no MASP – Renan Simões (Solo) e Rodrigo Maluf (Solo)
Pequeno Audit ório, ingressos: R$10,00 e R$5,00 (estudantes)
Programação:
Edino Krieger – Passacalha para Fred Schneiter
Fernando Sor – Variações op. 9
Roberto Velasco – Valsa
Domenico Scarlatti – Sonata K.391
Leo Brouwer – Sonata / Fandangos y Boleros / Sarabanda de Scriabin / La Toccata de Pasquini
Fernando Sor – Op.6 No. 09 em Ré menor
F. Mendelssohn Bartholdy – Barcarola Veneziana op19 No. 06
Anton Diabelli – Sonata em Lá Maior (versão Julian Bream)
Allegro Moderato / Andante Sostenut / Allegro (Minuetto) / Allegretto (Rondó)
J. S. Bach – Giga e Double BWV997
Heitor Villa-Lobos – Estudo No.12
Roland Dyens – Hommage a Frank Zappa
Dia 13/10, às 12h30
Villa das Crianças
Grande Auditório, entrada gratuita

Dia 20 às 12h30
Trio Krug – Vanzella – Savytzky
Grande Auditório, entrada gratuita


Dia 23 às 20h
Guitaríssimo – Quarteto Brasileiro de Violões: Suíte Ibéria
Grande Auditório, entrada gratuita

Dia 25 às 16h
Orquestra de Câmara da USP – OCAM
Grande Auditório, ingressos a R$ 8,00 e R$ 4,00 (estudantes e Idosos)

Dia 27 às 12h30
Música no MASP – Duo Siqueira Lima
Grande Auditório, entrada gratuita
Mais informações, clique aqui.
Encontros, debates e palestras
Dia 02/10 às 19h

28ª Semana Gandhi em adesão ao Dia Internacional da Não-Violência
Grande Auditório, entrada gratuita
Informações adicionais: Palas Athena, telefone 11 – 3266-6188


Dia 06 às 19h
“Evolucionismo e Política de Civilização em Comemoração aos 200 anos do Nascimento de Charles Darwin” – a cargo do Prof. Dr. Edgard de Assis Carvalho

76º Fórum Comitê Paulista para a Década da Cultura de Paz – um Programa da UNESCO
Grande Auditório, entrada gratuita

Dia 17, das 9 às 17h
Curso Breve: “Psicanálise e Psicoterapia” com a docente Radmila Zygouris
Grande Auditório, Informações e
Inscrições: 11 – 3864-2330 / 3865-0017

CEP – Centro de Estudos Psicanalíticos
Tradução Consecutiva: Caterina Koltai

Dia 31, das 9 às 17h
V Fórum de Editoração – “Cotidiano e Teoria”
Pequeno Auditório, vagas limitadas (distribuição de senhas 30 minutos antes do início)
Mais informações, clique aqui.

Autoria de Zhao, n.32 6.F





Acervo - arte italiana (parte I)

Título: Ecce Homo, Cristo Morto no Sarcófago como Vir Dolorum
Autor: Niccolò di Liberatore (chamado de Alunno, 1430-1502)
Data: 1480-1500
Material: têmpera sobre madeira
Dimensão: 73 x 39 cm
Título: Diana adormecida
Autor: Giuseppe Mazzuoli (1644-1725)
Data: 1690-1700
Material: mármore
Dimensão: 56,7 x 171 x 83,5 cm


Título: Baco e Ariadne
Autor: Giovan Battista Pittoni (1687 - 1767)
Data: 1730 - 1735
Material: óleo sobre tela
Dimensão: 72 x 53,5 cm

Esse quadro representa o encontro entre Dionísio e Ariadne, nele podemos ver as visões diferentes entre o rococó e o romantismo.



Título: Retrato de Diego Rivera
Autor: Amedeo Modigliani (1884-1920)
Data: 1916
Material: óleo sobre papelão
Dimensão: 100,2 x 81 cm

Modigliani decompõe a imagem de Rivera com a arte moderna do final do século XIX. A figura vai-se desfazendo e substituindo por outra coisa.




Título: Retrato de um fidalgo florentino (Piero de Medici)
Autor: Alessandro Allori (1535-1607)
Data: 1570/82
Material: óleo sobre madeira
Dimensão: 72,5 x 58,3 cm

Autoria de Zhao n.32 6.F

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Bibliografias

Bibliografia dos textos sobre definição e hitórico da xilogravura e da literatura de cordel:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Xilogravura (xilogravura)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_de_cordel (Literatura de Cordel)

Beatriz Lapa Pedreira, 6F, n°04

Xilogravura

Definição:





É uma técnica de gravura onde se usa como matriz a madeira, possibilitando a reprodução da imagem e de texto sobre papeis ou suportes adequados.


É inversamente parecida com o carimbo.


A xilogravura exige que se entalhe na madeira, com um instrumento cortante, a imagem que deseja imprimir. Depois disso, usa-se um rolo de borracha molhado em tinta, tocando as partes elevadas do entalhe. Por último se imprime a imagem em alto relevo em papeis ou panos especiais.





Histórico:





A xilogravura se origina da China e é conhecida desde o século VIII. Ela já se afirma na Idade Média, no oriente. Acontecem duas inovações revolucionária no século XVI:


1°. A chegada das gravuras européias a cores na África.


2°. A técnica da gravura de topo, criada por Thomas Bewick





Xilogravura no Brasil:





É muito usada na Literatura de Cordel. Entre os mais importantes presentes no acervo da Galeria Brasiliana estão Abraão Batista , seu filho Hamurabi Batista, José Costa Leite, Forró de Varanda, J. Borges, José Lourenço, Gilvan Samico, Severino Borges e Felipe Mendes.






Xilogravuras do século XVI ilustrando a produção da xilogravura. No primeiro: ele esboça a gravura. Segundo: ele usa um buril para cavar o bloco de madeira que receberá a tinta.

Beatriz Lapa Pedreira, 6F, n°04

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Renina Katz

Renina Katz Pedreira nasceu no Rio de Janeiro em 1925. Mudou - se para São Paulo em 1952. Ela é professora, gravadora, litógrafa, pintora,ilustradora e desenhista. Em 1946 começa praticar a xilogravura. De 1947 a 1950, no Rio de Janeiro, curso na Escola Nacional de Belas Artes (ENBA). Publicou seu primeiro álbum de gravuras, em 1956. Em 1989 ganhou o Prêmio Lei Sarney à Cultura Brasileira/Pintura.



Obras :
Mulher sentada, 1947 , guache

O parque, 1956 , xilogravura


Cerf-Volant, 1992, litografia



Fragmentos, 1990, litografia
Bibliografia :
www.itaucultural.org.br
Autoria de JESSICA LUMI TSENG - n°13 - 6F

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

abraão batista

O Professor Abraão Batista, farmacêutico por profissão, é uma das figuras mais representativas da Literatura de Cordel, do artesanato popular tradicional e da cultura de raiz como um todo de Juazeiro do Norte. Nasceu em 4 de abril de 1935, mas foi em 1968, quando o Papa caçou 44 santos católicos que iniciou sua produção na literatura de cordel, juntamente com a atividade de xilogravador. Aproveitando este acontecimento como tema produziu “A entrevista de um jornalista de Juazeiro do Norte com os 44 santos caçados”, que foi um grande sucesso. Juazeiro é uma terra marcada pela religiosidade de seu povo, identificada na fé ao Padre Cícero, e pela densa produção cultural, na literatura, na música, nas danças folclóricas, e no artesanato, que exploram sempre os elementos da natureza, os protetores divinos e as figuras sociais lendárias, tais como o próprio Padre Cícero e Lampião. Abraão Batista, referencial desta cultura rica, leva sua produção para várias regiões do Brasil e do mundo, herdeiro dos grandes cordelistas e do Mestre Noza, mestre maior do artesanato Juazeirense, é fundador do Centro de Cultura Mestre Noza e da Associação dos Artesãos do Padre Cícero, que congregam vários artesãos, contribuindo para a organização e valorização da atividade de artesanato na cidade. Sua obra mais famosa é O Homem que Deixou a Mulher para Viver com uma Jumenta na Paraíba.
Andréia Hércules

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Definição


É um tipo de poesia, geralmente oral, que depois é impressa e vendida em folhetos rústicos. Nas vendas, esse folhetas são expostos em cordas, cordéis ou barbantes, daí vem o nome “Literatura de Cordel”. Este nome vem de Portugal, porém,no Brasil, os chamamos de folhetos.
O costume de pendurar esses folhetos no barbante não foi muito herdado, no Brasil, você pode achar a Literatura de Cordel pendurada em barbantes ou não.
São escritos em rimas e alguns folhetos são ilustrados com xilogravuras, que também está presente na capa.
Os cordelistas (autores) recitam esse versos de forma cadenciada e melodiosa, acompanhados com a viola. Às vezes, também fazem uma leitura empolgada para chamar a atenção dos possíveis compradores.


Histórico

A história da Literatura de Cordel começa na Idade Média e no Renascimento com o romanceiro luso-espanhol. Inicialmente, essa literatura, continha peças de teatro. Os portugueses trouxeram a literatura de Cordel para o Brasil.
As impressões de folhetos brasileiros começaram na segunda metade do século XIX, com características próprias daqui. Os temas incluem desde fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas, temas religiosos, entre muitos outros. Nas mãos de um poeta competente praticamente todo o tipo de assunto pode virar Literatura de Cordel.
Essa literatura é uma produção típica do Nordeste no Brasil.




Ilustração de Vinícius Mattoso, em estilo da xilogravura usada nos cordéis.



Assista a este vídeo:
Beatriz Lapa Pedreira, 6F, n°04

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

J. Borges




José Francisco Borges (mais conhecido como J. Borges) nasceu em 20 de dezembro de 1935, em Bezerros, Pernambuco, é um xilogravurista e cordelista. Desde pequeno, José estudava pouco e trabalhava muito.

Na sua infância e adolescência, fez de tudo: trabalhou na agricultura, foi marceneiro, mascate, pintor de parede e oleiro.

Aos 29 anos, publicou seu primeiro cordel: O Encontro de Dois Vaqueiros no Sertão de Petrolina, que vendeu mais de cinco mil exemplares em dois meses, com mestre Dila como ilustrador. Contudo,Sua principal arte não são os versos, mas sim, a xilogravura, que foi descoberta por acaso. Sem dinheiro para comprar os clichês (chapas de zinco que serviam de base para a confecção das capas dos cordéis), pegou um pedaço de imburana e talhou uma igrejinha. O desenho estampou a capa de seu segundo trabalho: O Verdadeiro Aviso de FreiDamião.

A partir de 1970, José começou a receber encomendas para ampliar seu trabalho. J. Borgesescreveu mais de 200 cordéis e ilustrou-os. Suas ilustrações estamparam capas de discos e livros.

Algumas de suas obras estão no Museu do Louvre. Recebeu prêmio nacionais e internacionais,como o prêmio UNESCO na categoria Ação Educativa/Cultural. Em 2002, dos treze artistas, ele foi um escolhido para ilustrar o calendário anual das Nações Unidas. Em 2006, foi tema de uma reportagem de The New York Times. Os temas das suas obras vão do cotidiano do pobre às histórias do cangaço, da religiosidade popular aos crimes e corrupções. José tem a sua própria técnica de colorir as imagens. A Chegada da Prostituta no Céu é o cordel de maior sucesso de J. Borges e vendeu 100 mil exemplares.



Trecho da A Chegada da Prostituta no Céu

"Do rosto da poesia

eu tirei o santo véu
e pedi licença a ela
para tirar o chapéu
e escrever a chegada
da prostituta no céu

Sabemos que a prostituta
é também um ser humano
que por uma iludição
fraquesa ou desengano
o seu viver é volúvel
sempre abraça a o engano

Vive metida em orgia
e cheia de vaidade
é raro uma que trabalha
e usa honestidade
por isso fica odiada
perante a sociedade"...















Autoria de Zhao n. 32 6.F

domingo, 30 de agosto de 2009

A transformação!

Bebê- Vocês lembram da história em que nós viramos cachorros?
Bia- Hahahaha! Lembro sim!
Bebê- Lembro como se fosse ontem
, vejam...
*~*~*~*FLASHBACK*~*~*~*
Jessica- Não acredito que vamos descobrir a cura do câncer!
Bia- Tá pronto!
Bebê-Titia, estou com sede
*bebe o copinho*
Jessica e Bia- Nãããããão!

*Bebê se transforma em cachorro*
Bia- Meu Deus! Vamos chamar um médico!
Médico- Alguém me chamou?
Jessica- Sim, meu sobrinho bebeu uma coisa tóxica e ele tá muito estranho.

Médico- Okay. Vamos dar a vacina FX00.
Bebê-cachorro - Eu odeio agulhas! War War! *morde a bunda do médico*
Jessica- Meu Deus! Ele se transformou em um cachorro! O que vamos dizer para a mãe dele?

Mãe- Me chamou?
Jessica- V-v-você já chegou de viagem?!

Mãe- Já. É por causa da gripe suína. Cancelaram um monte de vôos. Cadê meu lindo filhinho do meu coração?
Bia- E-e-então... Seu filho mudou bastante nessa viagem...
Mãe- Mudou como?
Bia- Ele tá... Diferente.
Bebê-cachorro - Mamãe!

Mãe- Oh Meu Deus!
*Alguém bate a porta* “Toc Toc Toc”
Médico- Seu filho me mordeu! E acho que alguma coisa tá muito errada. BEM errada! *Vira cachorro* Auuh! Auuh!
Mãe- Hã? Você é um cachorro?
Médico- Você me chamou de CACHORRO?! *morde a mãe*
Jessica- Caramba! Precisamos encontrar logo uma solução! Temos três cachorros aqui!

Bia- Deixe-me pensar... Já sei! Devemos dá-los a substância de novo para voltarem ao normal!
Jessica- Que ideia genial!

*Mãe e filho tomam a substância e voltam ao normal*
Médico- Ei! Esqueceram de mim! Auuuuh!
*~*~*~*FLASHBACK*~*~*~*
Bebê- E foi assim que tudo voltou ao normal... Menos o médico...Lembra
m dele? Hahaha! Ele estava muito feio como cachorro!
Médico- O quê você disse?!
*Os dois começam a brigar*
Mãe-
Cof..cof...
*Os dois param de brigar*
Jessica- Nós não devíamos brigar quando nosso rei do pop morreu!

Bia- Verdade!
*Todos dançam THRILLER*

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Créditos:
Mãe: Andréia Hércules
bebê-cachorro: Bruna Shimura
Bebê: Zhao Kaiqiong
Jessica: Jessica Lumi

Bia: Beatriz Pedreira
Médico: Valter Augusto
Autoria de: Andréia n°2 6ªF

Beatriz n°4 6ªF
Bruna n°6 6ªF
Jessica n°13 6ªF
Valter n°26 6ªF
Zhao n°32 6ªF

sábado, 22 de agosto de 2009

Emanoel Araújo



Emanoel Alves de Araújo (Santo Amaro da Purificação/Bahia, 15/11/1940) escultor, desenhista, gravador, cenógrafo, pintor, curador e museólogo nasceu em uma cidade que lhe deu muitas inspirações. Foi aprendiz de marcineiro e trabalhou em composição gráfica com 13 anos.

Foi para Salvador para cursar Arquitetura, mas suas visitas à exposições e museus fez com que seus planos mudassem. E assim entrou na Escola de Belas Artes na Universidade Federal da Bahia. Nos anos de 1981 a 1983 foi diretor do Museu de Arte da Bahia.

Em São Paulo foi diretor da Pinacoteca do Estado (1992 a 2002), foi curador e diretor do Museu Afro-Brasil, e em 2005 Secretário Municipal de Cultura.

Realizou várias exposições por todo o Brasil, Europa, Estados Unidos e Japão.

Nos anos 90, Emanuel Araújo liderou uma reforma na Pinacoteca do Estado de São Paulo, transformando o prédio num dos principais museus do país.













Valter Augusto 6ªF n° 26

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Patativa do Assaré (1909 – 2002)







Antônio Gonçalves da Silva, mais conhecido como Patativa do Assaré, nasceu em Ceará no dia 05 de março de 1909. Ele fora um compositor, cantor, improvisador e um famoso poeta brasileiro. Era o segundo filho de Pedro Gonçalves Silva e Maria Pereira Silva. Em 1910, o poeta perdeu parcialmente a visão do olho direito, por causa da seqüela de sarampo. Aos nove anos, com a morte do pai, auxilia no sustento da casa, trabalhando em culturas de subsistência e na produção de algodão. Freqüenta a escola por apenas seis meses, onde é alfabetizado e descobre a literatura por meio de folhetos de cordel e de repentistas.

Por volta dos vinte anos de idade, recebe o apelido de Patativa, por sua poesia ser comparável à beleza do canto dessa ave. Patativa ia constantemente à Feira de Crato onde participava do programa da rádio Araripe, recitando seus poemas. Numa dessas ocasiões, ele foi ouvido por José Arraes de Alencar (latinista), que lhe dá apoio para a publicação de seu primeiro livro, Inspiração Nordestina. Casou-se com Belinha e tiveram nove filhos. Ele possuiu diversas premiações, títulos e homenagens.

Aos 91 anos, Patativa dizia que não escrevia mais porque, ao longo de sua vida, 'já disse tudo que tinha de dizer'. Patativa morreu em 08 de julho de 2002 na cidade que lhe emprestava o nome.

.Esse ano [2009], Patativa completaria 100 anos!


Autoria de: Bruna H. Shimura n°06 6ªF